Você tem vinte e quatro horas

 para pegar o telefone e dizer que sente a falta de alguém. Tem vinte e quatro horas para ir até o lugar onde você sabe que alguém vai estar, forjando um encontro casual so para sorrir quando encontrar e dizer ‘nossa, como é bom te ver’. Tem vinte e quatro horas para escrever uma mensagem que embora não seja respondida vai fazer a diferença ’ boa noite’. Você tem vinte e quatro horas para deixar-se levar pela corrente, para perder o medo do escuro, do futuro, de gostar. Você tem vinte e quatro horas para fazer tudo o que gostaria de fazer amanhã, depois, ou outro dia e ter mais tempo nos próximos dias para fazer mais coisas que gostaria.

Você tem vinte e quatro horas para demonstrar que se importa. Porque o importar-se vai além do sentir falta. O importar-se sempre vem acompanhado, embora muitas vezes pareça que não.

Você tem vinte e quatro horas para decidir se vai passar uma vida de medos, angústias, suposições…

Ou se vai ganhar outras vinte e quatro horas para viver o que sempre quis.

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